h5 estimado
O índice h5 é o maior número h tal que h artigos publicados nos últimos cinco anos completos tenham, cada um, pelo menos h citações. Uma revista com h5 = 30 publicou, no período, 30 artigos com 30 ou mais citações. O indicador cresce com o volume de artigos muito citados, e não com o total publicado.
O h5 mais conhecido é o do Google Acadêmico (Google Scholar Metrics), usado por várias áreas da CAPES, sobretudo para revistas fora da Scopus e da Web of Science. Ele não é aberto, então calculamos o h5 com as citações registradas na OpenAlex, para artigos e revisões. A OpenAlex conta menos citações que o Google Acadêmico, por isso nossos valores tendem a ser menores.
Citações médias (2 anos)
Média de citações recebidas no último ano pelos trabalhos que a revista publicou nos dois anos anteriores, segundo a OpenAlex. É a mesma ideia do fator de impacto (JIF) da Clarivate, calculada com outra base de citações.
O percentil mostra a posição da revista entre as revistas da mesma subárea principal na OpenAlex: percentil 90 significa citações médias maiores que as de 90% delas. Como hábitos de citação variam muito entre áreas, o percentil compara melhor que o valor absoluto. Usamos esse percentil no lugar dos percentis de JCR, CiteScore e SJR, que não são abertos.
Índice h (total)
O mesmo cálculo do h5, mas com todos os artigos da revista desde o início. Favorece revistas antigas e grandes, por isso diz mais sobre a trajetória da revista do que sobre sua situação atual. Ao lado, o total de citações recebidas, segundo a OpenAlex.
Artigos indexados
Quantos trabalhos da revista estão registrados na OpenAlex, e desde quando: o primeiro ano com pelo menos três artigos. Algumas áreas exigem idade mínima da revista ou publicação contínua nos últimos anos. O gráfico mostra os artigos por ano; o ano corrente aparece vazado porque ainda está incompleto.
Scopus
Base de resumos e citações da Elsevier, com seleção de revistas por um conselho editorial. É dela que vêm o CiteScore e o SJR, usados por muitas áreas da CAPES.
- Indexada: ativa na lista de fontes da Scopus.
- Inativa: consta da lista, mas a cobertura parou — por mudança na revista ou por descontinuação.
- Descontinuada: a Scopus deixou de indexar a revista, em geral após reavaliação por questões de qualidade ou de práticas editoriais.
SciELO
Biblioteca eletrônica de revistas de acesso aberto da América Latina, Península Ibérica e África do Sul. Cada coleção nacional — no Brasil, a SciELO Brasil — tem critérios de admissão e de permanência, como periodicidade, revisão por pares e desempenho. Estar na SciELO é critério de indexação em várias áreas.
DOAJ
Diretório de revistas de acesso aberto (Directory of Open Access Journals). Para entrar, a revista precisa cumprir critérios de transparência, licença aberta e revisão por pares. Mostramos a licença dos artigos e o tipo de revisão por pares declarados ao DOAJ.
MEDLINE
Base da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA (NLM), núcleo do PubMed. As revistas são selecionadas por um comitê, com critérios de qualidade científica e editorial. Relevante para as áreas da saúde.
Taxa de publicação (APC)
Valor cobrado dos autores para publicar um artigo, comum em revistas de acesso aberto (article processing charge). Mostramos o valor em reais. Revistas que não cobram aparecem como “sem taxa”. Quando disponível, mostramos também o tempo médio entre a submissão e a publicação, segundo o DOAJ. Veja como chegamos ao valor.
Listas de periódicos
Vários países mantêm listas oficiais de revistas científicas, usadas em avaliação e financiamento — por exemplo, a Publication Forum (JUFO) na Finlândia, o registro norueguês, a lista do ministério polonês, a ABDC na Austrália e a Latindex na América Latina. Algumas têm níveis (o que é nível mais alto varia de lista para lista). Aparecer nelas indica que a revista é reconhecida fora do Brasil. A relação vem da OpenAlex.
Áreas temáticas
A OpenAlex classifica cada artigo em temas, que se agrupam em subáreas e em 26 grandes campos (os mesmos da classificação ASJC da Scopus). Mostramos os campos dos temas mais frequentes na revista e a parcela de cada um. Não são as áreas de avaliação da CAPES.
Qualis
A classificação de periódicos da CAPES, por área de avaliação, em estratos: A1 a A4, B1 a B4 e C desde 2017; A1, A2, B1 a B5 e C em 2013-2016. O último Qualis foi o de 2021-2024; a partir de 2025 a CAPES classifica artigos. Veja a avaliação da CAPES.
JCR, CiteScore e SJR
Indicadores muito usados pelas áreas da CAPES, que não mostramos porque não são abertos ou não podem ser republicados:
- JIF / JCR (Clarivate, Web of Science): fator de impacto e seu percentil na categoria.
- CiteScore (Elsevier, Scopus): citações em quatro anos por documento, e seu percentil.
- SJR (SCImago, com dados da Scopus): prestígio das citações, ponderado pela revista que cita.
Nas estimativas, aproximamos os percentis desses indicadores pelo percentil de citações médias.